REDUÇÃO DA DESIGUALDADE

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98% DOS EMPREGOS GERADOS EM 2024 FORAM PARA FAMÍLIAS DO CADúNICO

Geração de empregos para quem recebe ajuda do Governo. Foto: Roberta Aline/ MDS

Olá, amigos! Este post tem uma pretensão: demonstrar que os beneficiários dos programas sociais não se acomodam nem são preguiçosos, como repetem as pessoas mal-intencionadas politicamente. Aqui, temos a prova de que esses programas do Governo Lula são verdadeiramente “escadas” para a evolução da sociedade, antes marginalizada e sem esperanças. Peço que leiam com atenção porque aqui temos uma grande notícia.

Mais de 98% dos empregos gerados em 2024 foram preenchidos por pessoas do CadÚnico. Os beneficiários do Programa Bolsa Família ocuparam 1,27 milhão das novas vagas formais. O aumento de renda entre os mais pobres resultou na maior queda de desigualdade registrada nos últimos anos e comprovou que está dando certo o Programa do Governo de reduzir a desigualdade social. Enfim, diminuir um pouco a distância entre os mais ricos e os mais pobres do Brasil.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), das 1,69 milhão de vagas com carteira assinada criadas em 2024, 98,87% foram ocupadas por pessoas cadastradas no CadÚnico. Entre os contratados, 1,27 milhão (75,5%) eram beneficiários do Programa Bolsa Família e outros 395 mil (23,4%) pertenciam ao CadÚnico, mas não recebiam o benefício.

Os dados mais recentes, de 2025, confirmam a continuidade dessa tendência. Entre janeiro e abril, 75% das 920 mil vagas criadas foram ocupadas por pessoas inscritas no CadÚnico, com destaque para a predominância feminina.

O povo quer emprego

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, comentou: “O Caged mostra, na prática, que as pessoas do Bolsa Família e do Cadastro Único querem trabalhar, estão empregadas, mas buscam empregos decentes. Peço que observem essa realidade para evitar qualquer forma de preconceito contra os mais pobres”, afirmou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

Uma das principais razões para esse desempenho foi a chamada Regra de Proteção do Bolsa Família, que permite aos beneficiários manter 50% do valor do benefício por até dois anos após entrarem no mercado formal, incluindo os adicionais voltados para gestantes, crianças e adolescentes. Em junho de 2025, 3,02 milhões famílias estão sendo amparadas por essa regra.

A partir da folha de pagamento de julho, o Governo Federal fará ajustes na Regra de Proteção. O objetivo é reduzir a fila de espera e priorizar famílias que realmente estão em situação de pobreza ou pobreza extrema. Essa mudança também busca garantir a sustentabilidade e efetividade do programa.

O que muda na finança familiar

As famílias que ultrapassarem o limite de renda para entrada no Bolsa Família – de R$ 218 por pessoa da família –, até o limite de renda de R$ 706, poderão seguir no programa por mais 12 meses, recebendo 50% do valor do benefício. Famílias cuja renda seja considerada estável ou permanente, como as que recebem aposentadoria, pensão ou Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), poderão permanecer com o auxílio do Bolsa Família por até dois meses. Já famílias com pessoas com deficiência que recebem o BPC, o tempo máximo de permanência na Regra de Proteção será de 12 meses.

“Assinar a carteira não cancela o Bolsa Família. Estamos qualificando o público do programa em vários setores, e os resultados são excelentes”, destacou o ministro Wellington Dias.

Outro avanço foi a alteração para a renda dos trabalhadores sazonais, como no agronegócio. Para esse público, o governo passou a considerar a média de renda dos últimos 12 meses, e não apenas meses isolados, garantindo mais estabilidade.

Redução da Desigualdade

Além da formalização no mercado de trabalho, a renda dessas famílias cresceu. Em 2024, o rendimento do trabalho desse público subiu 10,7%, ritmo 50% superior ao crescimento registrado entre os 10% mais ricos do país (6,7%). O resultado é a maior redução da desigualdade social observada no Brasil nos últimos anos, com a renda do trabalho subindo, em média, 7,1% no ano.

Os dados são do estudo da FGV Social, baseados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), que atribui o avanço à combinação entre a geração de empregos formais e a Regra de Proteção do Bolsa Família.

“Tivemos uma redução muito forte da desigualdade em 2024. E tudo isso está mais forte em termos de renda do trabalho do que em relação a outros componentes de renda”, explicou Marcelo Neri, responsável pelo estudo da FGV.

Bolsa Família: o que é e como funciona?

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda com condicionalidades, que beneficia famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza. O Programa integra a Fome Zero que tem como objetivo assegurar o direito humano à alimentação adequada, promovendo a segurança alimentar e nutricional e contribuindo para a conquista da cidadania pela população mais vulnerável à fome.

O valor recebido por cada família varia de acordo com sua composição e situação socioeconômica. A estrutura atual do benefício é:

Benefício de Renda de Cidadania (BRC): R$ 142 por integrante da família.

Benefício Complementar (BCO): Pago quando a soma do BRC não atinge R$ 600. Esse complemento garante que nenhuma família receba menos do que esse valor mínimo.

Benefício Primeira Infância: Adicional de R$ 150 para cada criança de 0 a 6 anos.

Benefício Variável Familiar: R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos.

Exemplo prático: Uma família composta por dois adultos e duas crianças de 7 e 10 anos receberia:

  • BRC: 4 x R$ 142 = R$ 568
  • BCO: R$ 600 – R$ 568 = R$ 32
  • Benefício Variável Familiar: 2 x R$ 50 = R$ 100
  • Total: R$ 700 mensais

Contribuição do Bolsa Família

Diversos estudos apontam para a contribuição do Programa na redução das desigualdades sociais e da pobreza.

O Programa possui três eixos principais: transferência de renda, condicionalidades e programas complementares. A transferência de renda promove o alívio imediato da pobreza. As condicionalidades reforçam o acesso a direitos sociais básicos nas áreas de educação, saúde e assistência social. Já os programas complementares objetivam o desenvolvimento das famílias, de modo que os beneficiários consigam superar a situação de vulnerabilidade.

A gestão do Bolsa família é descentralizada e compartilhada por União, estados, Distrito Federal e municípios. Os três entes federados trabalham em conjunto para aperfeiçoar, ampliar e fiscalizar a execução do Programa, instituído pela Lei 10.836/04 e regulamentado pelo Decreto nº 5.209/04. A lista de beneficiários é pública e pode ser acessada por qualquer cidadão.
Fonte: www.mds.gov.br

2 respostas a “REDUÇÃO DA DESIGUALDADE”

  1. Avatar de Marina Romana
    Marina Romana

    boa noticia para os beneficiarios

  2. Avatar de
    Anônimo

    O BRASIL É DOS BRASILEIROS. O POVO TEM QUE TER CONSCIÊNCIA DE CLASSE, VIVA O GOVERNO DE LULA!

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