…E NOTÍCIAS DE HOJE DA FLOTILHA A GAZA

O Brasil, hoje, acordou assistindo um emocionante desfile cívico-militar, em todas as capitais, em especial Brasília, saudando os 203 anos da nossa Independência. Tendo ao lado as mais altas autoridades do País, o destaque foi o presidente Lula – o grande lutador pacifista pela nossa Soberania, na atualidade. Aplausos, também, aos milhares de brasileiros que desfilaram, em homenagem aos 80 Anos do final da Segunda Guerra Mundial e à luta pela Soberania e a preservação ambiental. Estudantes e militares – muitos do sexo feminino -, Zé Gotinha, música de fanfarra e o Hino da Independência ecoando, com sua letra arrebatadora e a melodia que, dizem, é do imperador Pedro I. A poesia é de Evaristo da Veiga. A luta pela Soberania brasileira está posta, diante dos ataques do Laranjão e de seus cupinchas ‘brasileiros’, na verdade, traidores da Pátria. E eu, particularmente, acordei com uma mensagem fresquinha do nosso contato na Flotilha Mundial a Gaza, que repasso aqui, para todos os meus queridos leitores.
Hino da Independência do Brasil
(Composição: Dom Pedro I / Evaristo da Veiga)
Já podeis, da Pátria filhos
Ver contente a Mãe gentil
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil

Brava gente brasileira
Longe vá, temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil

Brava gente brasileira
Longe vá, temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil

Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil

Brava gente brasileira
Longe vá, temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil

A Banda Neojibá, da Bahia, tocou o Hino e muitos dobrados no desfile.
Parabéns, ó brasileiros
Já, com garbo juvenil
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil

Brava gente brasileira
Longe vá, temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
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Flotilha Mundial a Gaza – Última etapa da viagem

Trazemos aqui, com exclusividade e em primeira-mão, informações de hoje, enviadas pelo militante Magno de Carvalho Costa, que representa o CSP Conlutas e o Sintusp na delegação brasileira – uma das maiores da flotilha.
“Notícias novas:
“Teremos uma parada técnica em Tunis, capital da Tunísia, até o dia 10, porque precisamos sair de Tunis direto a Gaza com todos os barcos nas condições melhores possíveis – que deverão ser adquiridas em Tunis. Por exemplo: Nossa embarcação é um barco Museu e foi colocado em condições de navegação em 3 dias, antes da partida. Temos tido todo tipo de problema, diariamente, com bomba d’água do tanque, bomba de porão; o piloto automático deu pane etc…
“Temos uma equipe de tripulantes incrível quanto à capacidade técnica: um eletricista, uma engenheira, um capitão polivalente, timoneiros, além de um menino de 18 anos que faz tudo e acha soluções para as mais diversas questões de infra. Os demais barcos: vários têm problemas de inúmeras ordens, em especial os pequenos que não seriam próprios para uma navegação desta envergadura.
“O nosso Capitão disse que, só com a incrível determinação de todos os embarcados, o desempenho da flotilha até aqui não podia ser melhor.
“Em Tunis, vários dos problemas apresentados serão tratados e teremos condições melhores, pois é a etapa decisiva, de Tunis a Gaza, etapa em que não terá parada e onde ninguém poderá desembarcar, em qualquer hipótese. Tunis será a última oportunidade de desembarque para qualquer um participante ou tripulante. Creio que estamos nos preparando da melhor forma para as variadas situações hipotéticas que vamos enfrentar.
“É a nossa convicção, acima de tudo, que empurra nossos barcos com comida e medicamentos para nossos irmãos. Algumas coisas são tristes, mas ainda há esperança: em Gaza, companheiras(os) que esperam nossa chegada, especialmente mães com crianças e bebês perguntam se podem ter lugares nos nossos barcos para voltarem conosco.”

Magno, num dos momentos em que é piloto da embarcação.
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