AINDA QUE ALGUNS QUEIRAM DESTRUÍ-LO

Baterias com íons de sal de cozinha são flexíveis e molháveis. Foto: Foto: Marcos Olivan/Sucom/UFPR
Surpreendentes avanços científicos não apenas ampliam nosso conhecimento, mas também têm o potencial de transformar a vida cotidiana e enfrentar desafios globais. Enquanto tem gente que só quer destruir o mundo, o Brasil avança; mas existe uma onda sinistra que nos ameaça, local e globalmente. Não vamos nem listar o que está acontecendo, hoje, no nosso planeta. Estejamos alertas para o Bem e o Mal. Abaixo, o Ângulo e Foco traz, agora, boas notícias; uma ‘salada’ com algumas descobertas da Ciência que já estão fazendo o Bem para a humanidade. Destaque para a bateria de sal e as curas científicas, através de frequências e vibrações.
Os avanços científicos notáveis acontecem em diversas áreas. Alguns dos destaques mais significativos servem de alento. Veja a seguir:
Inteligência Artificial na Medicina: O uso de inteligência artificial para detectar câncer tem se mostrado promissor, permitindo diagnósticos mais rápidos e precisos, além de personalizar tratamentos.
Descoberta de Água Líquida em Marte: Pesquisas recentes confirmaram a presença de água líquida em Marte, o que pode ter implicações significativas para a busca de vida extraterrestre e futuras missões de colonização.
Medicina de Precisão: Avanços em sequenciamento genético têm permitido tratamentos mais personalizados, adaptando terapias a perfis genéticos individuais, especialmente em doenças como câncer e diabetes.
Novas Tecnologias de Baterias
O desenvolvimento de baterias mais eficientes e sustentáveis, incluindo baterias de sódio, criadas no Brasil, promete revolucionar o armazenamento de energia e impulsionar a transição para fontes renováveis – não precisa de terras raras.
Uma bateria de íon-sódio desenvolvida na Universidade Federal do Paraná (UFPR) avança como alternativa ao lítio, ao reunir, em um único dispositivo, flexibilidade, transparência e operação em meio aquoso, ampliando a segurança e reduzindo impactos ambientais.
As baterias estão presentes em celulares, veículos elétricos, computadores, equipamentos médicos e sistemas de armazenamento de energia. A tecnologia dominante hoje é baseada no lítio, metal eficiente, mas associado a riscos ambientais, custos elevados e questões de segurança. A concentração das reservas em poucos países, somada ao impacto ambiental da mineração, tem impulsionado pesquisas com elementos mais abundantes, como o sódio, encontrado de forma ampla na natureza.
Resultado de 28 anos de pesquisa
O desenvolvimento da bateria foi liderado pelo professor Aldo José Gorgatti Zarbin, do Departamento de Química da UFPR, à frente do Grupo de Química de Materiais (GQM). O protótipo é resultado de pesquisas conduzidas ao longo do mestrado, doutorado e pós-doutorado da pesquisadora Maria Karolina Ramos.
Utilizando sódio, obtido a partir do sal de cozinha, o grupo chegou a um dispositivo que combina, de forma inédita, flexibilidade, transparência e funcionamento em meio aquoso, eliminando o uso de eletrólitos inflamáveis.

Professor Aldo Zarbin, que lidera o Grupo de Química de Materiais. Foto: Marcos Solivan/Sucom/UFPR
O emprego da nanoarquitetura viabiliza essa nova geração de baterias. O diferencial dessa bateria está na aplicação de nanoarquitetura para a construção de filmes finos com espessura de poucos nanômetros. A técnica, desenvolvida no próprio laboratório, permite depositar o material em diferentes superfícies, mantendo desempenho eletroquímico e propriedades mecânicas.
A combinação de grafeno, óxido de cobre e dissulfeto de molibdênio resultou em eletrodos eficientes para esse tipo de bateria. A flexibilidade obtida permite que a bateria seja dobrada ou curvada, sem perda de desempenho, abrindo caminho para aplicações em eletrônicos vestíveis, dispositivos médicos e tecnologias dobráveis. A transparência, obtida pela espessura ultrafina dos materiais, possibilita a integração com sistemas que exigem passagem de luz, como células solares e janelas inteligentes. Essa combinação remove uma das principais limitações atuais no design de novos dispositivos eletrônicos.
Aumenta segurança e sustentabilidade
Ao operar em meio aquoso, a bateria elimina riscos associados às baterias de íon-lítio, que utilizam solventes orgânicos inflamáveis e tóxicos. A substituição por água aumenta a tolerância a falhas e reduz o risco de incêndios e explosões, tornando o dispositivo mais seguro para uso cotidiano. Além disso, o sódio apresenta menor impacto ambiental, custo reduzido e maior disponibilidade global.

Ilustração: QM/UFPR/Reprodução
Descarboniza a matriz energética
A pesquisa também dialoga com o desafio do armazenamento de energia renovável. Fontes como a solar dependem de baterias para garantir fornecimento contínuo, quando não há geração. O grupo trabalha na integração entre geração e armazenamento em um único sistema, conectando células fotovoltaicas diretamente à bateria, com ganhos de eficiência, redução de perdas e economia de espaço.
Os pesquisadores do Grupo de Química de Materiais da UFPR já solicitaram patente da bateria de íon-sódio. O próximo passo envolve ampliar a escala do protótipo e avançar na engenharia do sistema.
A pesquisa rendeu ao professor Aldo Zarbin o Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia, entregue pelo governo do Paraná, reconhecendo a contribuição científica e tecnológica do trabalho.
Medicamentos para Perda de Peso: Ozempic e similares têm mostrado eficácia significativa na perda de peso, oferecendo novas opções para o tratamento da obesidade.

Ilustração: Wikipedia
Avanços em Biotecnologia: A biotecnologia continua a evoluir, com inovações em edição genética, como o CRISPR, que permite modificações precisas no DNA, com potencial para tratar doenças genéticas. (do inglês Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats).
Exploração Espacial: Missões espaciais, como as da NASA, da ESA e da China têm proporcionado novos dados sobre planetas e luas, expandindo nosso entendimento sobre o sistema solar e a possibilidade de vida fora da Terra.

Imagem I.A. Ângulo e Foco.
INFLUÊNCIA DAS ENERGIAS E FREQUÊNCIAS NA CURA DE DOENÇAS
Frequências Eletromagnéticas
Estudos recentes exploraram o uso de campos eletromagnéticos de radiofrequência (RF-EMF) como uma forma de estimulação elétrica para modular a atividade neural. Essa abordagem mostra potencial para modificar doenças cerebrais, ao influenciar circuitos neurais, oferecendo possivelmente novas vias terapêuticas para distúrbios neurológicos.
Por exemplo: Um estudo de 2025 demonstrou que o RF-EMF pode ter efeitos modificadores de doenças em condições cerebrais, ao alterar os padrões de estimulação neural.
Frequências Vibracionais e Mecanismos das Doenças
Pesquisas sugerem que diferentes doenças podem corresponder a frequências vibracionais específicas dentro do corpo. O mecanismo de Correção da Assinatura Vibracional (VSC) está sendo estudado como uma forma de direcionar e eliminar doenças, corrigindo essas frequências. Esse conceito está ligado à genômica e à biologia molecular, indicando uma relação espaço-temporal entre a energia vital e os estados de doença.

Imagem I.A. Ângulo e Foco.
Terapia por Frequência como Medicina Complementar
A terapia por frequência, que utiliza dispositivos que emitem frequências específicas, é cada vez mais reconhecida como uma intervenção complementar, e não como substituta dos tratamentos convencionais.
Evidências clínicas apontam para resultados aprimorados, quando a terapia por frequência é combinada com cuidados médicos padrão, especialmente no manejo da dor, redução da inflamação e cicatrização de tecidos.
Física Quântica e Terapia Sonora
Trabalhos teóricos e experimentais em física quântica apoiam a ideia de que frequências específicas podem influenciar processos biológicos em níveis celular e molecular. A terapia sonora, que utiliza frequências sonoras direcionadas, está sendo investigada por seus efeitos no bem-estar emocional e na saúde fisiológica. Essa pesquisa está ampliando a compreensão de como a medicina energética pode ser integrada a abordagens holísticas de saúde.
Boas perspectivas da Medicina das Frequências
O conceito de “Medicina das Frequências” está ganhando força, enfatizando o papel das frequências eletromagnéticas e vibracionais como uma linguagem fundamental da cura. Essa abordagem conecta física, biologia e medicina, com o objetivo de desenvolver terapias mensuráveis e transformadoras baseadas na modulação de frequências. Inovações nessa área incluem dispositivos vestíveis, emissores de frequência não invasivos e tratamentos personalizados baseados em frequências.

Imagem I.A. Ângulo e Foco.
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Fontes: Wikipedia, Times Brasil, UFPR


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