COMEÇA O PROGRAMA QUE VAI RESOLVER NOSSAS DÍVIDAS



O novo Programa vai aliviar nossos bolsos e melhorar o dia-a-dia.
Famílias de baixa e média renda irão sentir alívio imediato no orçamento e haverá impacto positivo na economia estadual com o início, hoje, do Programa Desenrola (na sua segunda versão). Todos os brasileiros não-ricos podem se inscrever, agora, pela Internet, para se beneficiarem do importante programa do Governo Federal que, com certeza, dará impulso à economia e vai melhorar muito o astral dos devedores.
Devido à importância desse lançamento, o Ângulo e Foco procurou trazer várias informações relevantes sobre o tema – que vem gerando muita curiosidade – e fez um apanhado sobre o tema “Desenrola Brasil”, um programa do Governo Lula.
Famílias com renda até 5 salários mínimos (R$ 8.105), com dívidas contraídas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e 2 anos, poderão renegociar um valor máximo de até R$ 15 mil por pessoa, em cada banco.
Poderão ser renegociadas dívidas de famílias, estudantes, pequenos empreendedores e agricultores, oferecendo descontos de até 90% e juros limitados a 1,99% ao mês. Para a família média brasileira, isso significa menos pressão no orçamento doméstico, possibilidade de limpar o nome e recuperar acesso ao crédito.
O grande objetivo é reduzir a inadimplência e reorganizar o acesso ao crédito no país. Famílias com renda de até 5 salários mínimos (R$ 8.105), estudantes do Fies, micro e pequenas empresas e agricultores familiares podem e devem se inscrever, nos próximos 90 dias, prazo final do Desenrola.
As modalidades de dívidas incluídas são: Cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal não-consignado e dívidas do Fies. As condições oferecidas são descontos, entre 30% e 90% do valor da dívida (média de 65%). Os juros são limitados a 1,99% ao mês, bem abaixo das taxas comuns de cartão e cheque especial. E o parcelamento permite até 48 meses para quitar.
Nessa renegociação, será permitido o uso do FGTS, com o cidadão podendo usar até 20% do saldo ou R$ 1.000 (o que for maior) para abater as dívidas. Como contrapartida, o/a cidadão/cidadã fica com o CPF bloqueado para apostas online, por 12 meses, e há uma exigência de que os bancos façam investimentos em educação financeira.

Efeito relaxante
O Programa Desenrola terá um significativo impacto, no dia-a-dia da família média brasileira, promovendo um alívio no orçamento. Do seu salário, menos dinheiro estará comprometido com dívidas caras, liberando recursos para alimentação, aluguel, transporte e lazer.
Além da sensação relaxante de ter seu nome limpo e, assim, recuperar o acesso a crédito e financiamentos, como compra de bens valiosos como carro ou casa. O Programa, também, organiza o planejamento financeiro da família: com parcelas menores e previsíveis, fica mais fácil organizar o orçamento mensal.
Outra sensação favorável que chega a quem utiliza o Desenrola é a segurança, porque reduz a pressão psicológica causada pela inadimplência e uma maior estabilidade para enfrentar imprevistos. Fechando os benefícios do Programa está o incentivo à Educação financeira, para que famílias aprendam a lidar melhor com crédito e evitem novo endividamento.
Dando um exemplo prático: Uma família com renda de R$ 5.000 e dívida de R$ 10.000 no cartão de crédito poderia renegociar com desconto médio de 65%, reduzindo o saldo para cerca de R$ 3.500. Com juros limitados e parcelamento em até 48 meses, a parcela ficaria em torno de R$ 73 mensais – valor muito mais acessível que os encargos originais.
Panorama da inadimplência na Bahia
O Ângulo e Foco traça para seus leitores um resumo da inadimplência na Bahia:
O estado concentra uma das maiores taxas de inadimplência do Nordeste, com mais de 4,7 milhões de pessoas negativadas em 2026. O perfil socioeconômico desses devedores é que a maioria pertence às classes C e D, mas há também impacto significativo na classe média, que tem renda entre 3 e 5 salários mínimos.
Os tipos de dívidas mais comuns são com: cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal não consignado.
Considerando que, na Bahia, o quadro corresponde a 44% da população adulta, existem milhões de lares baianos que podem renegociar dívidas e recuperar acesso ao crédito. O impacto é maior em regiões metropolitanas como Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista, onde a concentração de dívidas de cartão e crédito pessoal é mais elevada.
Em Salvador, são aproximadamente 782 mil lares endividados, enquanto no interior a inadimplência se espalha por regiões como Feira de Santana, Vitória da Conquista e o oeste baiano. O programa Desenrola Brasil pode beneficiar até 1 milhão de famílias de baixa e média renda no estado, com maior impacto nas áreas urbanas e metropolitanas.

Ilustração dos habilitados na Bahia. Imagem: I.A. Ângulo e Foco.
Detalhes da Bahia, por regiões
Para @ leitor@ saber mais detalhes da inadimplência, por região da Bahia, vejamos aqui: Salvador e Região Metropolitana têm 782 mil lares com dívidas, em janeiro de 2026 – 76,8% das famílias da capital estão endividadas, um patamar recorde em 15 anos. Dessas, 247 mil famílias com dívidas em atraso. Também na Bahia, as principais dívidas são com cartão de crédito (93,6%), crédito consignado e crédito pessoal.
A Bahia enfrenta recorde de inadimplência em 2026, com 4,7 milhões de pessoas negativadas – quase metade da população adulta. O problema se distribui de forma desigual entre as regiões, mas atinge tanto a capital quanto o interior. Fique sabendo detalhes, por região:
Salvador e Região Metropolitana têm, juntas, 782 mil inadimplentes. A capital concentra dívidas ligadas principalmente ao cartão de crédito e crédito pessoal, refletindo o peso do consumo urbano.
Centro & Feira de Santana: 800 mil inadimplentes. Feira, maior polo do interior, sofre com dívidas de comércio e serviços, impactando diretamente famílias de classe média.
Norte: 620 mil inadimplentes. Região marcada por dívidas de consumo básico e crédito pessoal, com forte impacto em famílias de baixa renda.
Oeste: 550 mil inadimplentes. Aqui, além das dívidas urbanas, há inadimplência ligada ao crédito agrícola, afetando pequenos produtores.
Sudoeste: 480 mil inadimplentes. Vitória da Conquista e entorno apresentam dívidas ligadas ao comércio regional e serviços.
Sul: 400 mil inadimplentes. Região turística e agrícola, onde dívidas se relacionam ao consumo e à sazonalidade da economia.
Em resumo, o mapa da inadimplência na Bahia revela um desafio estrutural que o Desenrola Brasil pode ajudar a enfrentar. Ao atingir até 1 milhão de famílias, o programa tem potencial de devolver poder de compra e estabilidade financeira em todas as regiões do estado.

Dá pra resolver tudo pelo celular, tablet ou laptop.
Como você pode renegociar
Aqui está um guia passo-a-passo para uma família que deseja aderir ao programa Desenrola Brasil e aproveitar os benefícios: Primeiro, verifique se você se enquadra no programa, ou seja se a renda familiar é de até 5 salários mínimos. Depois verifique se tem dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal não consignado ou Fies, dívidas contraídas até a data limite definida pelo programa.
Acesse o portal oficial gov.br e entre no site do Desenrola Brasil, consulte suas dívidas e o Sistema mostrará todas as dívidas elegíveis. Aí, você poderá ver os descontos oferecidos e as condições de parcelamento.
Escolha a forma de pagamento. Escolha uma das opções: pagamento à vista, com desconto maior, ou parcelamento em até 48 vezes com juros de, no máximo, 1,99% ao mês. Para pagar, use o FGTS, se desejar. É possível usar até 20% do saldo ou R$ 1.000 (o que for maior) para abater parte da dívida.
Aí, é só finalizar a renegociação e ‘Confirmar’ a operação no portal. O acordo será registrado e seu nome já poderá ser retirado da lista de inadimplentes. Basta acompanhar e manter o controle. Guarde o comprovante da renegociação.
A próxima etapa no seu controle pessoal é organizar o orçamento para não atrasar as parcelas. E aproveite os cursos de educação financeira, oferecidos como contrapartida do programa.
E volte a dormir tranquil@, porque o Desenrola traz benefícios imediatos para a família. Com nome limpo (você sabe) volta a ter acesso a crédito e financiamentos e isso – quem vai negar? – dá mais tranquilidade com a redução da pressão psicológica da inadimplência. Nessa ‘nova vida’, já pode fazer planejamento futuro, porque tem a possibilidade de investir em bens duráveis ou educação.
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