PAÍSES INVESTEM PESADO NO BRASIL E NA BAHIA


A BBC de Londres também deu destaque à economia brasileira. Imagem: Getty
Milhares de brasileiros, cegamente, repetem a narrativa – que mais parece um refrão – de que o governo do presidente Lula destruiu a economia e que o Brasil ‘está quebrado’. Esta matéria é pretensiosa. Ela pretende demonstrar que o tal refrão é uma mentira que, inclusive, as pessoas de fé repetem porque são bolsonaristas, até agora. Mas deveriam defender a Verdade, pregada nas Escrituras. Se o Brasil é “um fracasso”, como diz a oposição a Lula: se a Bahia também é “um desastre”, como diz o grupo de ACM Neto, por que o Mundo está comemorando o sucesso econômico do Brasil e louvando o presidente Lula? Não é estranho? Por que criticar a economia baiana, no governo Jerônimo, se são muitos os recordes de produção, exportação e investimento em infra-estrutura?
Lula dá sucessivas pancadas, de troco, naquela narrativa fascista-derrotista, trazendo investimentos aos montes, de vários países, em sucessivas viagens ao exterior. Até o Laranjão do Norte o chama de “inteligente” e faz acordos bilionários para explorar e processar terras raras por aqui. Jerônimo também, na Bahia. brilha, conforme mostraremos abaixo.
Ponte Salvador-Itaparica cala a boca dos detratores
Um dos grandes exemplos de investimento em mobilidade do Brasil está na Bahia. Quem confia? A China. E você? Esta semana, a imprensa nacional voltou seus olhos para a ponte Salvador-Itaparica, após o envio de peças da China para iniciar a montagem da mega-estrutura. A maior ponte do Ocidente, sobre o mar, que vai inaugurar a ligação de Salvador com o restante do Brasil, sem passar pela congestionada BR-324, Salvador-Feira de Santana.

Gigante e bela. Imagem ilustrativa da Concessionária.
O embarque de equipamentos da China, com destino à Bahia, recolocou a ponte Salvador-Itaparica no centro da agenda da imprensa nacional. Publicações como Valor Econômico, Folha de S.Paulo e O Globo passaram a destacar o movimento como um marco concreto para o início das obras.
As reportagens enfatizam que a chegada das estruturas representa “um avanço efetivo” do projeto e sinaliza uma nova fase. Os veículos ressaltam o porte do empreendimento, descrito como um dos maiores projetos de infraestrutura em execução no país, com potencial de alterar a dinâmica logística da Bahia.
A cobertura também tem reforçado o impacto regional da obra. Segundo analistas consultados, a ponte é vista como um vetor de desenvolvimento capaz de “integrar economicamente diferentes regiões” e impulsionar setores como turismo, comércio e indústria.
Esse enquadramento tem ampliado o interesse nacional sobre o projeto, que passa a ser acompanhado não apenas como uma obra estadual, mas como peça relevante para o crescimento do Nordeste.
O governador Jerônimo Rodrigues afirmou ao Valor Econômico que a ponte “marca um novo ciclo de desenvolvimento para a Bahia”, destacando sua capacidade de gerar empregos e atrair investimentos. Ele também tem ressaltado que o projeto é estratégico para melhorar a mobilidade e fortalecer a integração regional.
Do lado do concessionário, o Consórcio Ponte Salvador-Itaparica informou, em comunicados repercutidos por veículos como CNN Brasil e G1, que o envio dos equipamentos representa “o início efetivo das atividades” e permitirá maior previsibilidade ao cronograma da obra.

É muito extensa e não permite pedestres e bicicletas. Imagem ilustrativa Consórcio.
Com cerca de 12 quilômetros de extensão, a ponte Salvador-Itaparica ganhar visibilidade em diferentes veículos porque o projeto se consolida como um dos principais símbolos da retomada de grandes investimentos em infraestrutura no Brasil, com impactos que tendem a se espalhar por toda a região Nordeste.
Investir no Brasil está na moda
Quero ver alguém negar que nosso País está vivendo um “Momento de Ouro” na sua economia internacional. O Brasil voltou aos radares dos investidores estrangeiros. É o que apontam instituições financeiras e analistas internacionais, diante da disparada nos preços do petróleo, alta dos juros e valorização do real.
Um relatório do Bank of America (BofA), uma das principais instituições financeiras americanas, comenta que o país pode ser o “próximo ouro”, em referência ao recente bom desempenho do ativo no mercado financeiro global.
Desde o começo do ano, o Brasil voltou ao radar do investidor estrangeiro. A combinação de juros elevados, fluxo externo e um cenário global mais favorável tem feito ações e o real se destacarem entre os investimentos internacionais.
O fluxo de capital estrangeiro para a bolsa brasileira continuou positivo em março e surpreendeu o mercado diante de um ambiente de elevada volatilidade global com a eclosão da guerra no Irã.
Segundo dados da B3, os investidores internacionais aportaram R$ 11,9 bilhões no mês, maior volume para um mês de março, desde 2022, quando o fluxo foi de R$ 21,4 bilhões.
Nos últimos anos, o Brasil vem registrando uma fase de recuperação econômica marcada pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), aumento das exportações, expansão do agronegócio e forte entrada de investimentos estrangeiros. O país consolidou-se como um dos principais destinos globais de capital internacional, especialmente nos setores de energia, infraestrutura, mineração, tecnologia e indústria automotiva. Em 2025, os investimentos estrangeiros diretos ultrapassaram US$ 84 bilhões, o melhor resultado em mais de uma década.
A economia brasileira também ganhou destaque internacional pela força da produção agrícola, crescimento da indústria de transformação e avanço da transição energética. Empresas chinesas, europeias e norte-americanas ampliaram investimentos em fábricas, mineração estratégica, logística e energias renováveis. O Brasil tornou-se, inclusive, um dos maiores destinos mundiais do investimento chinês, impulsionado pela demanda global por energia limpa e minerais críticos.

Bahia também é destaque
No caso da Bahia, o estado consolidou-se como uma das economias mais dinâmicas do Nordeste brasileiro. A Bahia atraiu investimentos relevantes nos setores de energia eólica e solar, turismo, agronegócio, mineração, indústria petroquímica e infraestrutura portuária. Regiões como o oeste baiano fortaleceram a produção agrícola de soja, milho e algodão, enquanto municípios do semiárido passaram a receber grandes parques de energia renovável.
Além disso, a Bahia ampliou sua importância estratégica no cenário internacional por meio de projetos ligados à transição energética, hidrogênio verde e expansão industrial. O estado também recebeu novos investimentos em portos, ferrovias, mobilidade urbana e turismo, fortalecendo cidades como Salvador, Camaçari, Luís Eduardo Magalhães e regiões da Chapada Diamantina e do litoral sul.
Esse conjunto de avanços reforçou o papel do Brasil e da Bahia como áreas de crescente interesse econômico global, sobretudo em setores ligados à sustentabilidade, segurança alimentar, energia limpa e infraestrutura.
Ainda tem alguém que não enxerga isso? O pior cego é aquele que não quer ver. Está vivendo como um teimoso perdedor.

A ponte majestosa serpenteará sobre a Baía de Todos os Santos. Imagem: Consórcio.
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Fontes: AgBrasil, Reuters, SecomGOVBA, Secom GOVBR, BBC, Exame


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