META É INTERLIGAR COM ASFALTO TODOS MUNICÍPIOS


Esta imagem se repete em todos os territórios baianos. Foto: Divulgação.
Além de impulsionar, pesadamente, o transporte ferroviário e a construção da ponte Salvador-Itaparica, o governo Jerônimo lidera o maior ciclo de infraestrutura da Bahia, em 30 anos: R$ 7,2 bilhões foram investidos, de 2023 a 2026, em 8,1 mil km de rodovias pavimentadas, sendo 1.800 km de asfalto novo. Com isso, a malha asfaltada, no território baiano entre os municípios, chega a 15 mil km. Isso dá um alívio a cada baiano ou visitante que transita entre municípios. Durante os governos do grupo político liderado por Antônio Carlos Magalhães (ACM) e seus aliados, ficou registrado um grande atraso nesse setor. Hoje, é desenvolvimento chegando para milhares. O comparativo com gestões anteriores mostra que estamos vivendo um salto histórico.
O governador Jerônimo Rodrigues lidera o maior ciclo de infraestrutura da Bahia em três décadas. Nesse período, o Governo da Bahia executou o maior ciclo de investimento em infraestrutura rodoviária, perseguindo a meta de colocar asfalto no acesso a todas as sedes de municípios. Para isso, o Estado investiu pesado em obras de recuperação, pavimentação e implantação de rodovias. Os números são impressionantes.
Em apenas três anos, cresceu muito a malha rodoviária estadual pavimentada, sob responsabilidade da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), chegando a, aproximadamente, 15 mil quilômetros.
“As ações nas rodovias têm o foco em transformar a vida das pessoas. São obras que têm o propósito de facilitar a interligação de distritos e povoados dentro do território baiano, contribuir no escoamento da produção agrícola, no transporte de minério extraído para outros países, na instalação de novos parques eólicos ou solares e na atração de mais turistas”. Esse comentário, do secretário de Infraestrutura, Saulo Pontes, resume o propósito das ações no setor.

Em Lafaiete Coutinho, a recuperação da BA-555 foi concluída. Foto: Divulgação.
BA-120: economia de tempo e dinheiro
A pavimentação dos 75,9 quilômetros da BA-120, que liga Monte Santo, Cansanção e Queimadas, é um exemplo concreto do impacto das obras na vida das pessoas. Com investimento de R$ 80,8 milhões, os serviços estão 63% executados e devem ser concluídos em janeiro de 2027.
Mudou a vida da médica neuropediatra Mayra Batista, de 45 anos, que mora em Monte Santo e precisa atender crianças e adolescentes em Itiúba, Cansanção, Nordestina, Santaluz e Feira de Santana. Ela utiliza a BA-120 diariamente e testemunha a transformação:
“Viajar de Monte Santo até Nordestina levava 2 horas. Com a obra, o tempo diminui para até 1 hora e também consegui diminuir os custos com a manutenção do carro”, destaca a médica, que valoriza poder ficar mais tempo com o filho Breno, de 10 anos.
BA-225: enfim, o escoamento de 16 toneladas de banana
Nessa estrada, da região de Irecê, a pavimentação – que liga o distrito de Mirorós, em Ibipeba, a Gentio do Ouro – será concluída ainda em junho, com investimento de R$ 51,9 milhões.
Outro exemplo: Mudou para melhor, também, a vida do agricultor Ivanilton Leonardo dos Santos, de 51 anos, que produz banana em Mirorós. Antes do asfalto, o escoamento da safra era restrito e havia muitas perdas: “Eu só conseguia transportar meia tonelada de banana, ou menos, por causa das condições da rodovia. Agora, posso transportar até 16 toneladas para os outros municípios. É um grande benefício para a região”, comemora, acrescentando que, também, o tempo de viagem entre Mirorós e Gentio do Ouro caiu, de 2 horas para cerca de 40 minutos. Com a melhoria, o agricultor também pretende retomar o plantio de feijão e milho na propriedade.
Vale do Jiquiriçá recebe recuperação da BA-555
No território do Vale do Jiquiriçá, que abriga municípios como Lafaiete Coutinho, a recuperação da BA-555 foi concluída e comemorada pelo vice-prefeito Edson Ferreira Santos, o Dani do Som (Avante). Em publicação nas redes sociais, no dia 27 de abril de 2026, o gestor municipal agradeceu ao governador Jerônimo Rodrigues pelos investimentos na rodovia.
O vice-prefeito escreveu: “O homem falou e fez! A BA-555 está de cara nova! Foi realizada a recuperação da via com uma nova camada asfáltica e sinalização renovada, trazendo mais segurança, conforto e qualidade para todos que trafegam por ela diariamente”.
A via é essencial para o escoamento da produção agropecuária do Vale do Jiquiriçá, recebendo cerca de 120 veículos por dia e beneficiando diretamente os cerca de 4 mil habitantes do município e indiretamente toda a cadeia produtiva da região. A rodovia, que liga o entroncamento da BR-116 ao município de Lafaiete Coutinho, recebeu intervenções em 15,5 quilômetros, com investimento de aproximadamente R$ 3 milhões.
Médio Rio das Contas: em processo para pavimentação
Ainda neste primeiro semestre, o Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), iniciou processos licitatórios para pavimentação de rodovias, em diversas regiões do estado, incluindo o território do Médio Rio das Contas. As obras integram um pacote de investimentos que contempla mais de 175 quilômetros de rodovias, em sete diferentes regiões baianas; a abertura de propostas está prevista para maio de 2026, beneficiando a mobilidade e o escoamento da produção no território que tem Jequié como principal polo regional.

A produção de bananas foi muito beneficiada com a rodovia BA-225, região de Irecê.
O paralelo histórico: as rodovias há 30 anos
Para entender a dimensão do avanço, é preciso lembrar como eram as estradas da Bahia em governos anteriores. Há 30 anos (meados da década de 1990), a malha rodoviária pavimentada da Bahia era significativamente menor. Esse atraso na infraestrutura era um dos principais gargalos para o desenvolvimento econômico do estado. As estradas eram precárias, com trechos de terra que se tornavam intransitáveis no período chuvoso, isolando comunidades e inviabilizando o escoamento da produção.
Naquele período, a maior parte dos recursos para infraestrutura vinha de empréstimos. O governo estadual precisou criar, em 2015, o Fundo Estadual de Logística e Transportes para garantir recursos orçamentários para a construção, manutenção e recuperação da malha rodoviária estadual, demonstrando a dificuldade histórica de financiamento das obras.
Gestões carlistas, nas décadas de 1990 e 2000
Durante os governos do grupo político liderado por Antônio Carlos Magalhães (ACM) e seus aliados – de 1995 a 1999 e de 2003 a 2007 -, a infraestrutura rodoviária baiana convivia com sérias limitações. As rodovias estaduais sofriam com falta de manutenção e o interior do estado permanecia isolado por estradas precárias. Com esse atraso na integração territorial quase não houve desenvolvimento econômico e social das regiões mais distantes da capital.
Governos Wagner, Rui Costa e Jerônimo: o salto histórico
O grande salto na infraestrutura rodoviária baiana começou com Jaques Wagner (2007-2015), que iniciou um programa robusto de pavimentação e integração estadual, investindo R$ 3 bilhões em infraestrutura de logística e transportes, nos últimos anos de sua gestão e nos anos seguintes.
Rui Costa (2015-2023) deu continuidade e ampliou os investimentos, consolidando a política de interiorização do desenvolvimento. Sob sua gestão, o programa Bahia em Movimento foi fortalecido, pavimentando acessos a distritos e sedes municipais em todo o estado.
Agora, sob Jerônimo Rodrigues (2023-2026), o ritmo se acelerou ainda mais. Os R$ 7,2 bilhões investidos em 8,1 mil km de rodovias, em pouco mais de três anos, superam os ciclos anteriores em volume e alcance.

O serviço não para. Esta cena está acontecendo por toda a Bahia. Foto: Divulgação.
Impactos na economia e na vida das pessoas
Os investimentos nas rodovias vão muito além do asfalto. Transformam a economia e a sociedade. Alguns exemplos:
Escoamento da produção agrícola, como já citado; a redução do tempo de viagem, a trabalho, passeio e turismo são benefícios que se repetem em dezenas de outras rodovias estaduais. E fica facilitado o acesso a serviços essenciais, como hospitais, escolas e centros urbanos. Para quem vive no campo, agora é muito mais fácil se deslocar com segurança e rapidez para os centros urbanos.
Outro reflexo positivo para o povo, é a geração de emprego e renda, pois as obras de infraestrutura geram milhares de empregos diretos e indiretos, aquecendo a economia local. Da mesma forma, a atração de investimentos. Os parques eólicos e solares, a mineração e a indústria dependem de logística. Rodovias pavimentadas atraem investimentos e geram emprego e renda. O secretário Saulo Pontes destaca que as obras também visam facilitar “a instalação de novos parques eólicos ou solares e a atração de mais turistas”.
O que falta e o que vem por aí
Mas o Governo da Bahia ainda tem desafios que está enfrentando, nessa área. Está em andamento o acesso a Caetanos, último município sob responsabilidade estadual a receber ligação pavimentada. Em Catolés, distrito de Abaíra, uma obra de 20 km com investimento de R$ 17,2 milhões tem previsão de entrega para maio de 2026. O secretário de Infraestrutura, Saulo Pontes, reforça o compromisso do governo com a continuidade dos investimentos.
Hoje (3), o governador Jerônimo Rodrigues autoriza um pacote de pavimentações para sete municípios baianos. Entre as ações anunciadas, estão a pavimentação da BA-290, no trecho entre Bertópolis, na divisa com Minas Gerais, e o acesso ao povoado de Vila Rezende, em Itanhém, além da pavimentação do trecho entre o entroncamento da BR-420, em Mutuípe, e Serra Grande, em Valença.
O pacote também inclui pavimentações em Esplanada, Maraú, Vera Cruz e Jacobina. Para Jacobina, o governador autoriza a pavimentação de acessos, firma convênio de pavimentação em paralelepípedo de ruas e assina convênio para construção de uma creche no bairro Mundo Novo.
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Fontes: SecomGOVBA, Ascom Seinfra


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