OS CÃES LADRAM E A CARAVANA PASSA

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PANDEMÔNIO NAS VÉSPERAS DA ELEIÇÃO

Imagem ilustrativa. I.A. Ângulo e Foco.

A noite de quinta-feira, como diriam alguns, ‘pegou fogo’, no cenário político-eleitoral. O debate entre presidenciáveis, que seria realizado pela Rede Globo, foi cancelado, diante da recusa do presidente Lula em comparecer a esse encontro contraproducente, perante o desgastado filho número 1 do golpista-mor e outros candidatos, também de direita, nanicos. Lula preferiu dar uma entrevista via Youtube, no canal Flow, quando explicou que o andamento recortado do debate não permitiria explicações e detalhamentos de propostas. Flávio enlouqueceu. Também não foi ao debate e conseguiu espaço no canal UOL, de 25 minutos, para atacar duramente o presidente Lula e todo o Supremo Tribunal Federal de ser ‘comparsa’ do atual governo. Uma avalanche de mentiras, vinda de quem possui parceiros fiéis no STF. Enfim, estamos a dois dias do primeiro turno da eleição e é hora de decidir – se queremos continuar com o progresso, em todos os setores, que o Brasil vive hoje, ou se vamos cometer a loucura de nos aventurarmos sob o comando de um líder que só pensa em dinheiro e não se importa com a moral.

O ditado popular “Os cães ladram e a caravana passa” – que dá nome a esse post – é uma metáfora que expressa a ideia de que, apesar das críticas, da oposição ou de ruídos externos, um processo, uma ação ou um projeto continua seu curso normalmente, sem ser afetado por essas interferências. Acreditamos que se aplica, perfeitamente, ao contexto político atual, em que a população brasileira sofre com escândalos, desvios judiciais e ações milionárias de intervenção externa sobre nossa eleição.

Do ponto de vista político, esse ditado pode ser interpretado em várias camadas: A “caravana”, no caso, representa um governo, um líder, um partido ou uma agenda política que segue seu caminho, mesmo diante de críticas, protestos ou oposição. Os “cães que ladram” simbolizam os opositores, a imprensa crítica porque comprada, movimentos sociais forjados no ódio, ou qualquer forma de resistência que, para os atuais opositores, parece não ter limites. A mensagem que fica é a de que, apesar do barulho e das críticas, o poder ou a política em curso não se deixa desviar ou intimidar.

Não se trata de sugerir que vozes dissonantes são irrelevantes, mas sim que as vozes bolsonaristas é que não têm autoridade para fazer esses ataques, visto que esse grupo opositor está totalmente enlameado por escândalos diversos. Não bastasse a herança degradante do ex-presidente para o País, seu filho mais velho deve perder esta eleição por não estar à altura de liderar uma Nação, enquanto se esquiva de responder por alta corrupção, formação de quadrilha e traição à Pátria.

O presidente Lula lidera um movimento político firme, ladeado de líderes que mantêm suas agendas, mesmo diante de ataques políticos sem base alguma. Essa ideia de perseverança é o caso de Lula. Para alcançarmos uma Democracia consolidada, é fundamental não nos deixarmos paralisar por críticas, sempre equilibrando o debate com o respeito à diversidade de opiniões. Mas cobrando punições a criminosos, sejam quem forem.

O ditado “Os cães ladram e a caravana passa” deve ser interpretado, também, como um chamado à firmeza e resiliência política no debate democrático e a caminhada firme para a vitória nas eleições de domingo.

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